Rebelião militar mata chefe do Exército de Guiné-Bissau

Soldados que tomaram parte em uma missão de paz da ONU, revoltados pela falta de pagamento de salários, iniciaram um motim e mataram o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e outro alto oficial. Antonio Carneiro Jacinto, porta-voz da chancelaria de Portugal, antiga metrópole colonial de Guiné-Bissau, disse que as tropas revoltosas mataram o general Veríssimo Seabra, chefe do Estado-Maior, e o porta-voz do Exército, tenente-coronel Domingos Barros. O comunicado português diz que os motivos do motim são incertos, mas o primeiro-ministro de Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, disse acreditar que os renegados são soldados que retornaram recentemente de uma missão de paz na Libéria, inconformados com o atraso nos salários. Os informes dão conta de que as tropas voltaram aos quartéis e o país está calmo.

Agencia Estado,

06 Outubro 2004 | 16h49

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