Reduzam ou encerrem "estreita vigilância" sobre a China, diz governo chinês a EUA

A China pediu nesta quinta-feira que os Estados Unidos reduzam, ou até mesmo encerrem, sua vigilância sobre o seu território utilizando aeronaves de patrulha, caso queriam seriamente reparar as estremecidas relações bilaterais.

REUTERS

28 de agosto de 2014 | 10h26

Os laços entre as duas maiores economias do mundo foram afetados por causa de disputas sobre reivindicações territoriais entre Pequim e seus vizinhos, alguns deles aliados dos EUA, no Mar do Sul e no Mar do Leste da China.

Os dois países trocaram farpas após uma interceptação de um avião de patrulha da Marinha dos EUA por uma aeronave chinesa, na semana passada, e os EUA disseram que o jato chinês ficou a 10 metros de distância de seu avião.

“Se os Estados Unidos realmente esperam evitar um impacto nas relações bilaterais, o melhor curso de ação é reduzir ou parar a estreita vigilância sobre a China”, disse o porta-voz do ministério da Defesa, Yang Yujun, em um comunicado no site da instituição.

O Pentágono disse que o piloto chinês fez manobras acrobáticas ao redor do avião de reconhecimento antissubmarino P-8 Poseidon, da Marinha norte-americana, em espaço aéreo internacional no Mar do Sul da China.

(Reportagem de Megha Rajagopalan)

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