Região atingida por Sandy tenta retomar a rotina

A população da Costa Leste dos Estados Unidos, bastante atingida pela supertempestade Sandy, dá nesta quarta-feira os primeiros passos para retornar à normalidade, mesmo enquanto equipes de resgate trabalham em vizinhanças com destroços espalhados e marcadas por sinais de enchentes e incêndios.

AE, Agência Estado

31 de outubro de 2012 | 09h05

Apesar dos ônibus da cidade de Nova York terem voltado a percorrer as ruas (ainda escuras pela falta de energia elétrica e praticamente sem trânsito) e a Bolsa de Valores ter voltado a funcionar, está claro que restaurar a rotina da região deve demorar dias. Reconstruir os bairros mais fortemente atingidos e a rede de transportes que os liga pode demorar ainda mais.

No fim da terça-feira, os ventos e inundações causados pela supertempestade diminuíram. Pelo menos 55 pessoas morreram na região da costa atlântica. No auge do desastre mais de 8,2 milhões de pessoas ficaram sem eletricidade.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, disse que o metrô só deve voltar a funcionar daqui a quatro ou cinco dias. O governador do Estado de New Jersey, Chris Christie, afirmou que a recuperação do que ele chamou de desastre "inimaginável" deve levar meses e que toda a energia só será restabelecida daqui a uma semana ou mais.

Mesmo com o retorno de parte dos transportes e planos de reabrir escolas e o comércio, mais danos infligidos por Sandy ainda devem continuar a surgir nos próximos dias.

O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês), afirmou que "vestígios de Sandy" continuam a mover-se no Estado da Pensilvânia e que o fenômeno natural agora é uma "superfície de baixa pressão", não mais um ciclone pós-tropical. As informações são da Associated Press.

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