Regime rejeita plano de transição da Liga Árabe e amplia repressão a dissidentes

O governo da Síria rejeitou ontem um novo plano da Liga Árabe para pôr fim à crise política no país. O projeto, que prevê a criação de um governo de coalizão e a saída do ditador Bashar Assad, foi qualificado como "uma violação da soberania síria".

O Estado de S.Paulo

24 de janeiro de 2012 | 03h09

Ainda ontem, milhares de pessoas saíram às ruas nos subúrbios de Damasco para protestar contra a morte de 11 manifestantes pró-democracia no fim de semana. De acordo com a oposição, 23 pessoas morreram ontem em confrontos com a polícia.

No norte do país, o líder oposicionista Radwan Rabih Hamad, um dos principais nomes do movimento antirregime, foi morto em uma emboscada.

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