Relatório diz que 338 morreram em levante na Tunísia

Uma comissão independente encarregada de investigar abusos cometidos durante o levante de janeiro de 2011, que levou à queda do ditador tunisiano Zine El Abidine Ben Ali, concluiu que ocorreram mais mortes e mais pessoas ficaram feridas do que o estimado anteriormente.

AE, Agência Estado

05 Maio 2012 | 19h51

O relatório divulgado neste sábado diz que 338 pessoas morreram e 2.147 ficaram feridas. Estimativas iniciais indicavam 300 mortos e 700 feridos durante a revolução, que inspirou levantes semelhantes no Egito e na Líbia.

O documento diz que 66% dos mortos foram vítimas de tiros e concluiu que a responsabilidade pela violência recai, principalmente, sobre o ex-presidente Ben Ali.

O relatório foi redigido após uma investigação de 15 meses, liderada pelo advogado de direitos humanos Taoufik Bouberbala. As informações são da Associated Press.

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