, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2011 | 00h00

Na resposta mais violenta das autoridades jordanianas desde o início da chamada "primavera árabe", em janeiro, forças policiais reprimiram ontem opositores que iniciavam um protesto em uma praça no centro de Amã, capital do país. Mais de 15 ativistas teriam ficado feridos.

Monarquia hachemita, a Jordânia tem registrado sinais de descontentamento, mas não há registro de protestos em massa como em outros países árabes. A oposição, que começa a se mobilizar, é formada, em sua maioria, por jovens de classe média, adeptos de redes sociais, e exige reformas democráticas.

Até agora, porém, os opositores não reivindicaram a queda do rei Abdullah, mas apenas seu afastamento das funções de governo. / AP

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