AFP PHOTO / Joseph EID AND Maher AL MOUNES
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Restaurar os monumentos de Palmyra levará 5 anos

Além da cidadela do século 13, afetada pelos combates para a captura da cidade, os jihadistas destruíram os templos de Bel e Baalshamin, o Arco do Triunfo e algumas torres funerárias, assim como o Leão de Al Lat

O Estado de S. Paulo

28 de março de 2016 | 15h56

O diretor de Antiguidades e Museus da Síria, Maamun Abdelkarim, afirmou nesta segunda-feira, 28, à agência France-Presse que serão necessários cinco anos para restaurar os monumentos destruídos ou danificados em Palmyra, ocupada por 10 meses pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI).

"Se recebermos a aprovação da Unesco, serão necessários cinco anos para restaurar os imóveis destruídos e danificados pelo EI", afirmou Abdelkarim. "Temos funcionários qualificados, temos os conhecimentos e os estudos, mas é necessária a aprovação da Unesco e poderemos começar os trabalhos em um ano", completou.

Além da cidadela do século 13, afetada pelos combates para a captura da cidade, os jihadistas destruíram os templos de Bel e Baalshamin, o Arco do Triunfo e algumas torres funerárias, assim como o Leão de Al Lat.

Em agosto, o EI decapitou o ex-diretor do departamento de antiguidades da cidade antiga de Palmyra, Khaled Asaad, de 82 anos. Os integrantes do grupo jihadistas divulgaram fotografias na internet de um corpo amarrado a um poste em Palmyra, identificado como o de Asaad. Ele foi degolado com uma faca após passar um mês em cativeiro nas mãos dos extremistas. / AFP e EFE 


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