Aftenposten/AP
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Retrospectiva 2011: Ataques em Oslo e Utoya, na Noruega

Extremista de direita matou 77 pessoas em massacre que chocou a Europa

estadão.com.br

20 de dezembro de 2011 | 10h00

Em 23 de julho, a Noruega viveu um de seus dias mais sombrios. Na data, Anders Breivik, um militante de extrema-direita detonou explosivos em um dos prédios do governo em Oslo, a capital do país, atando oito pessoas, antes de assassinar outras 68 na ilha de Utoya, onde ocorria um encontro da juventude do Partido Trabalhista.

 

O atentado, ocorrido em uma nação onde casos de violência e extremismo são raros, chocou o mundo. No início, acreditava-se que era uma resposta de organizações extremistas islâmicas em resposta à participação da Noruega em missões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Líbia e no Afeganistão. Depois, soube-se da ligação de Breivik com grupos radicais de direita.

 

Posteriormente, exames apontaram Breivik como psicótico. O norueguês justificou seu ato por meio de um manifesto no qual demonstrava sua insatisfação com o governo de centro-esquerda da Noruega e sua tolerância com a imigração de muçulmanos. 

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