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Retrospectiva 2011: Falecimento do líder norte-coreano traz incerteza sobre o futuro na Ásia

Não se sabe como sucessor comandará o país asiático, detentor de um arsenal nuclear

20 de dezembro de 2011 | 12h21

Líder da Coreia do Norte desde 1994, Kim Jong-il tinha há anos uma saúde frágil, segundo especulava a mídia asiática - particularmente a sul-coreana. Em dezembro, durante uma viagem de trem, o ditador norte-coreano sofreu um ataque cardíaco e faleceu. A morte foi anunciada em uma transmissão especial da TV estatal.

 

Em 2008, Kim Jong-il havia sofrido um derrame, o que o deixou longe dos holofotes por vários meses. Ele reapareceu relativamente saudável em fotos e vídeos feitos em recentes viagens à China e à Rússia, além de várias outras incursões pela própria Coreia do Norte. Mas os rumores sobre sua morte e, consequentemente, seu sucessor, ainda circulavam.

 

Assim como ocorreu após a morte de seu pai, Kim I-sung, quem o sucederá será seu filho, Kim Jung-un. Não se sabe, porém, como o novo líder comandará o país asiático, detentor de um arsenal nuclear e em constante conflito com os vizinhos do sul. A Coreia do Norte é uma das principais preocupações para os Estados Unidos na Ásia.

 

 
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