Eliana Aponte/Arquivo/Reuters
Eliana Aponte/Arquivo/Reuters

Retrospectiva 2011: Morte do líder das Farc, Alfonso Cano

Eliminação do número 1 do grupo guerrilheiro foi considerado um 'duro golpe' contra os insurgentes

estadão.com.br,

21 de dezembro de 2011 | 00h48

BOGOTÁ, 5 DE NOVEMBRO - O governo colombiano aplicou o que chamou de "um duro golpe" nas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em novembro. No dia 5 desse mês, durante uma operação militar conjunta do Exército e da Polícia Federal, o líder guerrilheiro Alfonso Cano foi morto.

 

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A morte do chefe das Farc foi anunciada pelo próprio presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que tem dado continuidade à política de eliminação das guerrilhas no país. As autoridades acreditam que o grupo insurgente esteja extremamente enfraquecido, embora os guerrilheiros tenham efetuado novas ações e já tenham eleito um novo líder.

 

Cano tinha 63 anos e estava nos quadros das Farc havia mais de três décadas. Bogotá oferecia uma recompensa de US$ 2,7 milhões a quem desse informações que levassem a sua captura ou morte.

 

As forças colombianas ainda apreenderam 7 computadores, 39 pen drives e 194 milhões de pesos (US$ 102 mil) que estavam com o líder guerrilheiro.

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