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Reunião em Genebra tem agressão e bate-boca

Embaixador da Coreia do Norte é agredido por deputado sul-coreano e representante iraniano tem microfone desligado

JAMIL CHADE , CORRESPONDENTE / GENEBRA, O Estado de S.Paulo

13 de março de 2012 | 03h03

A disputa entre as Coreias acabou em empurra-empurra na ONU ontem, numa reunião dedicada a tratar das suspeitas de violações de direitos humanos do regime de Pyongyang. Horas depois, foi a vez de o debate sobre a situação no Irã terminar em bate-boca.

Diplomatas da Coreia do Norte retiraram-se da sala do Conselho de Direitos Humanos da ONU após anunciar que não aceitariam que seu país continuasse a ser investigado pela entidade. Enquanto saía, o embaixador norte-coreano, So Se-pyong, foi cercado por quatro deputados de Seul, que o acusavam de violações. Um dos parlamentares torceu o braço do diplomata. O agressor foi contido por seguranças. Os deputados, que estavam acompanhados de repórteres sul-coreanos e disputarão eleições em poucas semanas, foram expulsos das Nações Unidas.

O secretário-geral do Alto-Conselho de Direitos Humanos do Irã, Mohammad Javad Larijani, iniciou uma discussão ao acusar o Ocidente de atender à "máfia sionista". Larijani acusou EUA, Grã-Bretanha e França de "assassinar" cientistas nucleares iranianos. O microfone dele foi cortado, após pedido dos países ofendidos. Mas isso não fez Larijani parar de falar e uma gritaria tomou conta da sala. Em meio à confusão, os governos da Venezuela, do Zimbábue e de Cuba o apoiaram.

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