Rússia consegue reduzir incêndio perto de centro nuclear

A Rússia reportou neste domingo que reduziu com sucesso os incêndios próximos ao seu principal centro de pesquisa nuclear, mas alertou que a mudança na direção dos ventos trouxe o cheiro acre de fumaça de volta à capital Moscou.

Agência Estado

15 de agosto de 2010 | 13h02

Em meio à pior onda de calor da sua história, a Rússia tem lutado durante dias para conter os incêndios no país, incluindo as chamas que atingiram uma reserva natural próxima de seu principal centro de pesquisa nuclear em Sarov, cidade localizada a 500 quilômetros ao leste de Moscou.

O centro de pesquisa nuclear secreto atravessa duas regiões - Nizhny Novgorod e Mordovia - e o Ministério de Emergência disse hoje que o número de incêndios em ambas as regiões havia sido reduzido.

"Apesar de o tempo continuar quente, o homem está prevalecendo sobre os incêndios florestais. Houve uma tendência firme de redução do número de incêndios florestais na região pela primeira vez nos últimos dias desta semana," afirmou a sucursal regional do ministério de emergência na região de Volga, em comunicado.

Dois incêndios continuam queimando nos vilarejos de Popovka e de Pushta, onde mais de 1.200 pessoas e de 151 peças de equipamentos foram envolvidos na extinção das chamas.

Há 498 incêndios na Rússia, abrangendo uma área de 53.500 hectares, menor que os 56.000 hectares reportados no sábado e um quarto da área de quase 200 mil hectares informado no auge da crise. As informações são da Dow Jones.

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