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Reuters
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Rússia diz estar ao lado dos EUA em crise coreana e pede calma

Chanceler russo pede que Seul e Washington evitem manobras militares que impeçam retorno à calma na Península Coreana

estadão.com.br,

10 de abril de 2013 | 11h49

LONDRES-  O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse nesta quarta-feira, 10, que o Kremlin concorda com a posição do governo americano na crise com a Coreia do Norte, mas advertiu que qualquer movimento militar pode dificultar a chance de acalmar a tensão na Península Coreana. Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Yun Byung-se, pediu que Rússia e China usassem sua influência junto a Pyongyang para contornar a situação. 

 

"Não há desacordos com os Estados Unidos sobre a Coreia do Norte, disse Lavrov durante uma reunião de chanceleres do G-8 em Londres. "Mas ninguém deve assustar ninguém com manobras militares. Há uma chance de as coisas se acalmarem."

 

Exercícios militares conjuntos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul em março, após um teste nuclear norte-coreano, agravaram a retórica agressiva de Pyongyang. 

 

"Através de uma estreita colaboração com a Rússia e a China, o Governo sul-coreano continua realizando esforços para persuadir a Coreia do Norte a mudar sua atitude", detalhou Yun durante um comitê parlamentar, em declarações divulgadas pela agência "Yonhap".

 

Além disso, Yun disse que a comunidade internacional está unida "de maneira coerente e decidida frente às ameaças e provocações, aos testes nucleares e ao lançamento de mísseis" de Pyongyang.

 

A Coreia do Norte, cujo isolamento é cada vez mais pronunciado, conta com Rússia e China como praticamente seus únicos aliados, sobretudo no aspecto econômico, embora se desconheça a capacidade das duas potências para frear as intenções do regime de Kim Jong-un. / REUTERS E EFE

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