Rússia diz que Arafat não morreu envenenado por radiação

MOSCOU - O diretor da Agência Médica e Biológica Federal da Rússia, Vladimir Uiba, afirmou que a análise sobre a morte do líder palestino Yasser Arafat determinou que não há indícios de envenenamento radioativo. Segundo agências de notícias estatais russas, Uiba disse que sua pesquisa descobriu que a morte de Arafat, em 2004, foi "natural e não causada por radiação".

O Estado de S. Paulo,

26 de dezembro de 2013 | 10h45

Equipes de cientistas da França, da Suíça e da Rússia foram solicitados a averiguar se o polônio, uma substância rara e extremamente letal, teve papel na morte de Arafat em um hospital militar da França, em 2004. Os palestinos suspeitam que Israel tenha envenenado o líder, o que o governo israelense nega.

O relatório de um laboratório suíço havia afirmado que Arafat provavelmente foi envenenado por polônio, mas um estudo francês descartou essa possibilidade. / AP

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