Alexei Druzhinin/Sputnik, Kremlin Pool Photo via AP
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Rússia nega que navios de guerra vão se juntar a bombardeio contra Alepo, diz agência

Reportagem da estatal RIA afirma que suposição do secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, de que navios russos no Mediterâneo poderiam ser utilizados para apoiar Bashar Assad é absurda

O Estado de S. Paulo

27 de outubro de 2016 | 14h01

MOSCOU - O Ministério das Relações Exteriores da Rússia negou as sugestões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de que um grupo de batalha russo no Mediterrâneo poderia se juntar ao bombardeio contra a cidade síria de Alepo.

O rumor foi descrito como um absurdo, segundo reportagem da agência de notícias RIA publicada nesta quinta-feira, 27. De acordo com a RIA, o ministério disse que a Otan não tem motivos para se preocupar com o grupo de batalha. A agência disse ainda que a Força Aérea da Rússia não realiza ataques sobre Alepo há nove dia.

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, alertou na terça-feira que navios que estariam a caminho da Síria poderiam ser usados para atacar civis na cidade sitiada de Alepo e para lançar mais ataques aéreos.

Andrei Kelin, autoridade do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, disse à RIA que a declaração de Stoltenberg era contraproducente.

"As preocupações não tem fundamento, uma vez que nossos aviões não chegam perto de Alepo há nove dias. Nosso grupo de batalha está no Mediterrâneo. Nossos navios sempre tiveram presença lá", disse Kelin. / REUTERS

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