Rússia tenta barrar envio de escravas sexuais para países vizinhos

Mais de quinze mil jovens mulheres e crianças russas chegam à China, por ano, como "escravas sexual", segundo informou o vice-procurador-geral da Rússia, Konstantine Tchaika. Para tentar barrar o comércio de pessoas, o Centro Universitário de Vladivostok e a Universidade de Washington estão promovendo, na cidade russa, um seminário sobre o assunto. De acordo com Tchaika, 149 grupos criminosos, 40 deles internacionais,estão atuando no Extremo Oriente russo, disfarçados de agentes turísticos, no envio de russas para os vizinhos asiáticos. O procurador russo defendeu acordos com países fronteiriços, principalmente a China e o Japão, para o combate conjunto ao crime.

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