Saá monta gabinete com amigos

O novo presidente argentino montou um gabinete com vários amigos, formado por apenas três ministros e 11 secretários de Estado. O cargo de ministro da Defesa foi para o chanceler José María Vernet, ex-governador de Santa Fé, que trabalhou pela candidatura presidencial de Antonio Cafiero. O Ministério do Interior ficará nas mãos de Rodolfo Gabrieli, dirigente peronista de Mendoza. Para o Ministério do Trabalho foi designado Oraldo Britos, com vasta militância no peronismo, iniciada na área sindical. O cargo de secretário da Fazenda será ocupado por Rodolfo Frigeri, economista de confiança do senador Eduardo Duhalde, uma das principais lideranças do Partido Justicialista. Frigeri foi nomeado presidente do Banco Provincia quando Duhalde era governador de Buenos Aires. Hoje é deputado. O novo secretário da Justiça, Alberto Zuppi, especializado em Direito Internacional, é o advogado dos irmãos Rodríguez Saá na Capital. Para o cargo de secretário geral da Presidência e também chefe de gabinete foi escolhido Luis LusquiÏos, homem de confiança da família do presidente da Argentina. Único nome do governador da província de Buenos Aires no gabinete, Juan José Álvares ocupava o cargo de secretário de Segurança. Ele terá o mesmo posto a nível nacional. Nomeada para a Secretaria de Obras Públicas, Graciela Corvalán nos últimos quatro anos cumpriu diferentes funções ao lado de Rodríguez Saá na província de San Luis. Carlos Sergnesse, que será secretário da Inteligência é outro nome de muita lealdade a Rodríguez Saá, em diferentes cargos. Guillermo L´Hullier, secretário Jurídico, trabalha ao lado do presidente há dez anos. Outros nomes escolhidos foram: Liliana Gurdulich de Correa, para a Secretaria de Tecnologia, Victor Reviglio, para a Secretaria de Política Sanitária, Daniel Scioli, para Esportes e María Teresa Fernández de Solá, para Cultura. Leia o especial

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