Sacolas plásticas serão cobradas na China, na luta contra a poluição

Os comerciantes serão multados em até US$ 1.433 se derem sacolas plásticas

18 de maio de 2008 | 04h13

As sacolinhas de plástico deixarão de ser gratuitas a partir do dia 1º de junho na China, segundo uma nova lei que pretende lutar contra a chamada "poluição branca". A medida é justificada na necessidade de proteger o meio ambiente em um país no qual por qualquer compra, por pequena que seja, se entregam sacola plásticas gratuitamente em mercados e lojas. A regulação foi elaborada pelo Ministério de Comércio, pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e pela Administração Estatal de Indústria e Comércio. Os comerciantes serão multados em até US$ 1.433 se derem bolsas plásticas, mas serão eles que vão fixar os preços, que nunca serão inferiores ao custo. A disposição também esclarece que as bolsas deverão se ajustar aos padrões nacionais e serem compradas das empresas produtoras, atacadistas ou importadores devidamente autorizadas. A normativa não se aplica às embalagens plásticas usadas por higiene e segurança de produtos alimentícios, tanto crus como cozidos. A campanha, anunciada a vários meses, originou o fechamento em janeiro da maior fábrica de bolsas plásticas do país, na província de Henan, que produzia anualmente 250.000 toneladas do produto.

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