SAIBA MAIS-Propostas de Obama e McCain para a economia

Os problemas no mercado do crédito imobiliáriode alto risco levaram a uma onda de despejos e afetaram aeconomia em geral, introduzindo um novo aspecto na campanhapresidencial norte-americana deste ano. A seguir, algumas das principais propostas dos senadoresJohn McCain e Barack Obama, virtuais candidatos dos partidosRepublicano e Democrata para a eleição de 4 de novembro. JOHN MCCAIN -- Propõe gastar 10 bilhões de dólares para ajudar algunsmutuários a renegociar suas dívidas imobiliárias. -- Propõe uma suspensão no imposto federal sobre a gasolinae o diesel durante o verão. -- Apóia corte de impostos para a classe média, dobrandopara 7.000 dólares a isenção por dependente. -- Sugere um sistema tributário mais simples, com duasalíquotas e uma generosa dedução-padrão. -- Apóia um caráter permanente para as reduções de impostode renda adotadas em 2001 e 2003, e propõe cortar o imposto derenda corporativo de 35 para 25 por cento, além de autorizarque as empresas deduzam despesas de capital. -- Acredita que a assistência do governo ao sistemabancário deve se basear apenas em evitar um risco sistêmico queameace todo o sistema financeiro e a economia. BARACK OBAMA -- Defende uma maior regulamentação do governo sobre osistema financeiro e propõe um novo plano de estímulo econômicono valor de 30 bilhões de dólares para ajudar mutuários. -- O plano inclui 10 bilhões de dólares para evitardespejos, e outros 10 bilhões para o alívio fiscal dos governosmunicipais e estaduais que tenham sido mais atingidos pelacrise imobiliária. -- Apresentou seis "princípios essenciais de reforma" quedariam ao Federal Reserve (Banco Central) autoridade parasupervisionar qualquer instituição financeira à qual possadisponibilizar crédito, e defende reformas que tornem mais ágilo trabalho das autoridades reguladoras do setor. -- Quer revogar um artigo da lei de falências para permitirque famílias comuns modifiquem os termos dos seusfinanciamentos imobiliários. -- Propõe um crédito fiscal de 10 por cento sobre ahipoteca dos norte-americanos de classe média. (Reportagem de Deborah Charles em Washington)

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