Sanção contra Líbia traz riscos ao povo, diz Turquia

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, manifestou-se contra à imposição de sanções pela Organização das Nações Unidas (ONU) à Líbia, alertando que a população sofrerá mais do que o regime de Muamar Kadafi. O premiê turco defendeu ainda que a comunidade internacional estava agindo com base em preocupações sobre as reservas líbias de petróleo e não tanto em relação à situação da população.

AE, Agência Estado

26 de fevereiro de 2011 | 12h33

As declarações de Erdogan foram dadas antes do novo encontro de membros do Conselho de Segurança (CS) da ONU para discussão de sanções ao atual governante da Líbia pelos violentos ataques contra os manifestantes que pedem a sua saída do poder. Uma das considerações em debate no CS da ONU envolve a adoção de um embargo econômico e financeiro à venda de armamentos ao país, além de suspensão da permissão para viagens e congelamento dos bens de Kadafi e de sua família.

Erdogan disse que "pede que a comunidade internacional aja com consciência, justiça, com base em leis e nos valores universais humanos e não só por causa de preocupações com o petróleo." As informações são da Associated Press.

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