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Sarkozy confirma assassinato de refém francês pela Al-Qaeda do Magreb

Aposentado Michel Germaneu foi sequestrado e assassinado por grupo terrorista africano

Efe,

26 de julho de 2010 | 06h14

PARIS - O presidente da França, Nicolas Sarkozy, confirmou nesta segunda-feira, 26, o assassinato "bárbaro e odioso" do engenheiro francês Michel Germaneau, sequestrado há três meses no Níger pelo grupo terrorista Al-Qaeda do Magreb Islâmico (AQMI).

 

Germaneau, de 78 anos, foi "assassinado por pessoas que não têm nenhum respeito pela vida", afirmou Sarkozy ao término da reunião do "conselho restrito de segurança e defesa" que convocou para analisar o caso do refém francês, cuja morte havia sido anunciada pelos militantes.

 

O presidente convocou para a reunião de emergência o primeiro-ministro francês, François Fillon; o titular de Assuntos Exteriores, Bernard Kouchner; o de Interior, Brice Hortefeux; e o diretor Hervé Morin, do gabinete do ministro de Defesa.

É a segunda vez que a AQMI executa um de seus reféns, após fazer o mesmo em junho do ano passado com o britânico Edwin Dyer, quando Londres rejeitou negociar com os Terroristas.

O Ministério de Defesa francês admitiu ter participado na semana passada de duas operações militares do exército mauritano contra a AQMI que, segundo alguns veículos de imprensa, tinham como objetivo libertar o refém.

A AQMI, braço da Al Qaeda no norte da África, ainda mantém em cativeiro os voluntários espanhóis Albert Vilalta e Roque Pascual, que foram sequestrados em 29 de novembro de 2009.

 

(Atualizado às 8h20)

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