Saudita pega prisão perpétua por atentado de 1998 contra embaixadas dos EUA

Al-Fawwaz é o último dos réus sob custódia do governo americano no caso, uma saga jurídica que durou quase duas décadas

O Estado de S.Paulo

15 de maio de 2015 | 20h21

WASHINGTON - Um saudita foi sentenciado à prisão perpétua nesta sexta-feira, 15, por sua participação na conspiração da Al-Qaeda que levou aos atentados contra embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia, em 1998.

Khaled al-Fawwaz, de 52 anos, foi condenado por conspiração terrorista no fim de fevereiro, no terceiro julgamento no caso. Os promotores disseram que Al-Fawwaz era um dos principais auxiliares de Osama bin Laden e teve um papel crucial nos ataques, que mataram 224 pessoas.

Al-Fawwaz é o último dos réus sob custódia do governo americano no caso, uma saga jurídica que durou quase duas décadas. O indiciamento original incluía 26 réus e tinha Bin Laden entre eles. O réu do caso de desta sexta-feira havia sido preso em 1998, na Grã-Bretanha, mas o julgamento demorou graças a uma batalha por sua extradição. Ele foi para os EUA apenas em 2012. / DOW JONES NEWSWIRES

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