Se eleita, Hillary pretende manter pequenas tropas no Iraque

A senadora Hillary Rodham Clinton, que almeja a presidência dos EUA, prevê uma "remanescência militar como missão política" no Iraque.Hillary disse também que se eleita presidente, vai manter uma força reduzida no local para combater a Al-Qaeda, conter a agressão iraniana, proteger os curdos e possibilitar apoio ao exército iraquiano. Em entrevista ao The New York Times, Hillary disse que as tropas que ela pretendia manter no Iraque não ficariam nas ruas e não protegeriam mais os iraquianos de violência sectária.Especificando como lidaria com o Iraque enquanto líder do Estado norte-americano, a candidata mostrou uma posição diferente da divulgada em campanha, quando divulgava sua ideologia de "tragam os soldados pra casa".A segurança dos EUA ficaria enfraquecida se partes do Iraque tornasem-se parte de um Estado falido "que serve como reduto de insurgentes da Al-Qaeda", disse. "É o coração do petróleo na região".Apesar da Sra. Clinton ter sido extremamente crítica à administração Bush quanto a guerra, alguns democratas liberais estão profundamente desconfiados das intenções dela no Iraque. Em 2002, Hillary votou autorizando o uso das forças no local e não se desculpou por ter feito isso.O senador Barack Obama, rival de Hillary na disputa pela indicação democrata, disse também que manteria um pequeno número de soldados no Iraque se fosse eleito presidente.

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