Michael Reynolds/EFE
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Secretário de Estado afirma que EUA apoiam Guaidó na Venezuela

Mike Pompeo afirmou no Twitter que os Estados Unidos reconhecem a 'corajosa decisão' do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, de assumir como presidente interino do país

Redação, O Estado de S.Paulo

23 de janeiro de 2019 | 17h20

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, afirmou em sua conta no Twitter que os Estados Unidos reconhecem a "corajosa decisão" do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, de assumir como presidente interino do país

Pompeo diz que o governo americano apoia os esforços da Assembleia Nacional de estabelecer um governo de transição e preparar o país para "eleições livres e justas". 

Pouco antes, o presidente americano, Donald Trump, emitiu nota na qual reconhece Guaidó como presidente interino. O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o uruguaio Luis Almagro, também declarou apoio a Guaidó, em mensagem no Twitter. 

Há cerca de duas semanas, Nicolás Maduro assumiu seu segundo mandato na presidência da Venezuela, que tem hoje protestos contra e a favor de seu governo.

Na ocasião, Pompeo divulgou uma declaração qual afirma que os Estados Unidos “condenam a ilegítima usurpação de poder” por Nicolás Maduro na Venezuela.  “Agora é a hora para convencer a ditadura de Maduro que chegou o momento de a democracia voltar na Venezuela”, disse Pompeo, em declaração no mesmo dia em que Maduro inicia o segundo mandato.

Segundo ele, os EUA "continuarão a usar o poder político e econômico para pressionar pela restauração da democracia na Venezuela". Os EUA têm imposto sanções a pessoas e empresas ligadas ao regime de Maduro como forma de pressão ao venezuelano.

A rodada mais recente foi anunciada na última terça-feira contra 7 pessoas e 23 entidades que, segundo investigação da justiça americana, estão envolvidos em um esquema de corrupção

Pompeo afirmou que a Assembleia Nacional da Venezuela é o único poder legítimo no país, eleito pelo povo, e defendeu que os líderes venezuelanos trabalhem em conjunto com o Congresso. O Parlamento venezuelano, controlado pela oposição, considera ilegítimo o novo mandato de Maduro e defende um governo de transição.

 

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