Segunda opção da Irmandade ganha força

Mohamed Morsi, de 61 anos, não era a primeira opção da Irmandade Muçulmana para disputar a presidência do Egito, nas primeiras eleições democráticas da história do país, disputadas em maio e junho. A preferido do Partido Justiça e Liberdade (PJL), braço político do grupo, era o estrategista político Khairat el-Shater. Sua candidatura, no entanto, foi rejeitada pela junta militar que governava o país. Morsi assumiu em julho, após longa indefinição sobre o resultado eleitoral. Ele foi declarado vencedor pelos militares, mas, dias antes do segundo turno da eleição, a presidência perdeu algumas de suas atribuições. Ao longo dos primeiros meses no cargo, contudo, Morsi se fortaleceu. Em agosto, afastou o marechal Hussain Tantawi, ex-líder da junta, do Ministério da Defesa, assim como outros generais. Nesta semana, tentou retomar o papel do Egito como potência regional ao intermediar um cessar-fogo entre Israel e Hamas. / AP

O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2012 | 02h02

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