Segundo morto em tiroteio nos EUA era estudante, diz polícia

Segundo aluna ouvida pela imprensa local, o atirador tinha interesse amoroso pela estudante baleada; outras 4 pessoas ficaram feridas

Efe

25 de outubro de 2014 | 10h47

A segunda pessoa que morreu nessa sexta-feira, 24, no tiroteio em um instituto de ensino médio do estado de Washington, nos Estados Unidos, além do autor dos disparos, é uma aluna do centro, informou a polícia.

O porta-voz de polícia Robert Lamoureux afirmou que uma pessoa atirou em vários estudantes dentro do instituto Pilchuck de Marysville, ao norte da cidade de Seattle, e que depois se matou.

Várias testemunhas do incidente disseram à CNN e ao canal local KIRO 7 que o autor dos disparos é Jaylen Ray Fryberg, aluno do primeiro ano do instituto. A família do garoto confirmou a informação. Segundo uma estudante citada pelo Seattle Times, Fryberg tinha interesse amoroso pela estudante baleada.

Os colegas de Fryberg, que pertencia à tribo de nativos Tulalip, o descreveram como um menino "popular" que jogava no time de futebol americano e tinha sido recentemente eleito "príncipe" em um baile do instituto.

Em comunicado emitido depois de vazar a identidade do autor do tiroteio, o chefe da tribo Tulalip, Herman Williams, lamentou a "terrível tragédia" e pediu que a população ore pelas famílias "nestes momentos de aflição".

"Infelizmente nossa comunidade está experimentando agora algo que se transformou em uma tendência em nível nacional e contra o que todos nós, como sociedade, devemos lutar", disse.

O Centro Médico Providence de Everett, para onde três feridos na cabeça foram transferidos, informou que eles passaram por cirurgia, mas continuam em estado crítico. A quarta vítima, um menino de 14 anos, está no Centro Médico Harborview de Seattle. Ele foi baleado na mandíbula e está em estado grave.

Amigos e parentes publicaram nas redes sociais que dois meninos feridos são primos do autor dos disparos.

Após evacuar totalmente o centro educativo, a polícia interrogou 30 pessoas, entre eles alunos e funcionários do instituto que presenciaram os disparos.

Vários alunos, professores, familiares e membros da comunidade se reuniram na noite de sexta-feira em uma igreja de Marysville para celebrar uma vigília em homenagem às vítimas.

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