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Michel Lunanga/ EFE
Michel Lunanga/ EFE

Governo da República Democrática do Congo volta atrás e diz que segunda erupção foi 'alarme falso'

No Twitter, Ministério das Comunicações do Congo informou que um avião sobrevoou região e não identificou atividade vulcânica, apenas fumaça

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2021 | 08h24

GOMA - O governo da República Democrática do Congo voltou atrás e disse que o anúncio de uma segunda erupção do vulcão Nyiragongo foi "alarme falso". Nas redes sociais, o Ministério das Comunicações do Congo informou que um avião sobrevoou região e não identificou nenhuma erupção na cidade de Goma. 

"Um avião sobrevoou toda a área do flanco deste vulcão. Nenhuma erupção foi observada", declarou o governo local em sua conta no Twitter. “Em vez disso, havia uma intensa atividade de carvão, cuja fumaça era percebida como atividade vulcânica”, acrescentou. 

Anteriormente, na manhã deste sábado, 29, o representante do poder executivo de Goma,  Patrick Muyaya, havia informado sobre a atividade vulcânica de baixa intensidade à imprensa internacional. “O vulcão Murara, localizado em um local desabitado do Parque Virunga, entrou em erupção hoje (sábado). Estamos acompanhando de perto a evolução”, disse Muyaya à AFP. 

Na quinta-feira, 27, as autoridades locais ordenaram que os moradores da região abandonassem suas casas por conta do risco causado pela lava vulcânica, que escoava pelo município. Pelo menos 400 mil pessoas precisaram evacuar suas residências.

O vulcão Nyiragongo entrou em erupção de maneira repentina no último dia 22 de maio, deixando 32 pessoas mortas e desalojando dezenas de milhares de residentes da cidade até o momento.

Após início da atividade vulcânica, a lava fluiu em duas direções a partir dos flancos do vulcão. Uma parte parou nos subúrbios ao nordeste de Goma, e a outra cortou ao longo de um quilômetro a Rodovia Nacional 4, uma rota regional vital para o abastecimento da cidade.

Neste sábado, segundo informações locais, a situação pareceu se acalmar depois de haver uma redução nos terremotos./ AFP/EFE/REUSTERS

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