Segurança armada em aviões divide EUA e Europa

Países europeus e Estados Unidos falharam em chegar a um acordo sobre a proposta americana de incluir policiais armados em vôos transatlânticos. Asa Hutchinson, subsecretário dos EUA para segurança de fronteiras e transporte, tentou convencer as autoridades da aviação civil européia de que é preciso haver guardas armados nos aviões para evitar ataques terroristas.Embora a França e o Reino Unido tenham se mostrado dispostos a analisar a idéia, outras nações da Europa mantiveram-se firmes em suas reservas ao plano. ?O uso de armas a bordo de aeronaves é sempre um perigo em potencial?, disse Lars Lovkvist, diretor da Autoridade de Transporte Aéreo da Finlândia. ?Se houver ameaças graves, cancelaremos o vôo em vez de usar policiais armados?.Hutchinson disse que os EUA não exigem homens armados em todos os vôos, mas apenas em ?vôos selecionados caso a caso?, mas discordou da idéia de que a presença de segurança armada a bordo é desnecessária. Segundo ele, os chamados delegados do ar dão ?um nível extra de segurança?. ?Temos feito bom uso (dos delegados) nos EUA, e a meta final que buscamos é a segurança dos passageiros?.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.