Seguranças americanos terceirizados são presos após saída de tropas dos EUA

Autoridades iraquianas prenderam cerca de cem seguranças terceirizados nas últimas semanas. A ação, que incluiu prisões de americanos que trabalham para a Embaixada dos EUA em Bagdá, foi o primeiro sinal de que o governo do Iraque, liderado pelo premiê xiita Nouri al-Maliki (foto), tenta recuperar sua soberania após a retirada de soldados americanos no fim do mês passado. As detenções ocorreram, em sua maioria, no aeroporto de Bagdá e em postos de controle da capital depois de autoridades questionarem os documentos dos seguranças - como vistos, porte de armas e autorizações para dirigir. Apesar de nenhuma acusação formal ter sido feita, algumas prisões duraram até três semanas.

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