AP Photo/Evan Vucci
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Sem votos para aprovação, Senado adia decisão sobre reforma de saúde nos EUA

Decisão foi tomada pelo líder republicano no Senado, Mitch McConnell, segundo a rede de TV CNN; partido vinha encontrando dificuldades para conseguir o apoio necessário para o projeto

O Estado de S.Paulo

27 de junho de 2017 | 15h15

WASHINGTON - O Senado americano adiou a votação da lei que repele a reforma no sistema de saúde do presidente Barack Obama para depois do recesso do feriado de 4 de julho. A decisão foi tomada pelo líder republicano no Senado, Mitch McConnell, segundo a rede de TV CNN. O partido vinha encontrando dificuldades para conseguir o apoio necessário para o projeto. 

A proposta de reforma de saúde que está sendo debatida no Senado dos Estados Unidos deixaria 22 milhões de pessoas sem seguro médico até 2026, 15 milhões deles apenas no primeiro ano da sua entrada em vigor, informou nesta segunda-feira, 26, o Escritório do Orçamento do Congresso (CBO) em um relatório. O projeto é defendido tanto pelo presidente Donald Trump, quanto pelo presidente da Câmara Paul Ryan. 

Essa proposta de reforma sanitária só teria uma "leve diferença" a respeito dos resultados da versão debatida pela Câmara dos Deputados, que deixaria 23 milhões de americanos sem cobertura médica.

A queda do número de assegurados em comparação com a lei atual, criada pelo ex-presidente Barack Obama e aprovada em 2010 pelo Congresso, se deve essencialmente a uma diminuição dos beneficiados pelos seguros públicos do Medicaid, sistema que atende os mais desfavorecidos, e do Medicare, o destinado aos aposentados. / AP

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