Seqüestradores afegãos querem negociar com a ONU

O grupo terrorista que ameaça matar três funcionários estrangeiros que ajudaram a organizar as eleições no Afeganistão diz que aceita negociar com um enviado das Nações Unidas, mas alertou que qualquer tentativa de resgate terminará em um banho de sangue e insistiu nas exigências de que a ONU deixe de atuar no país que os americanos libertem prisioneiros de Guantánamo.Ontem, foi divulgado um vídeo em que os funcionários aparecem implorando pela liberdade. O grupo responsável pelo seqüestro, uma dissidência do Taleban, informa ainda que os reféns foram separados e levados para locais diferentes. "Esta é nossa estratégia", declara o porta-voz Ishaq Mansoor, a partir de um celular via satélite. "Se o governo ou as forças internacionais encontrarem um, mataremos ou otros dois".Homens armados capturaram a irlandesa do norte Annetta Flaningan, o diplomata filipino Angelito Nayan e a kosovar Shqipe Habibi na quinta-feira, retirando os três de um veículo da ONU.

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