Seqüestradores de padre italiano pedem US$ 1 milhão

Chefe do grupo que tenta resgatar clérigo nega informação de pedido de resgate

Agencia Estado

27 Junho 2007 | 14h41

Os seqüestradores do sacerdote italiano Giancarlo Bossi, capturado há mais de duas semanas em Mindanao, querem US$ 1 milhão de resgate para libertar o refém. A informação foi veiculada nesta quarta-feira pela rádio católica DXMS, de Cotabato, cidade situada 920 quilômetros a sudeste da capital e próxima da região onde o padre estaria em cativeiro. No entanto, o general Mohammed Ben Dolorfino, chefe do grupo conjunto das forças de segurança que tenta resgatar o padre, negou ter recebido qualquer pedido de resgate. Mohaqher Iqbal, líder da delegação da Frente Moura de Libertação Islâmica (FMLI) que ajuda o governo nas tarefas de busca, afirmou que o pedido de resgate será de no máximo 15 milhões de pesos (US$ 320 mil). Os seqüestradores haviam garantido ao Exército que o refém está vivo. Mas disseram que precisavam de dinheiro para comprar os remédios que ele deve tomar, segundo a imprensa filipina. Dolorfino disse que um dos emissários do governo conseguiu falar com os seqüestradores através de um intermediário. O mediador, que tem ligação direta com os seqüestradores, comunicou ao enviado oficial que eles precisam comprar os remédios de Bossi, de 57 anos e hipertenso. No entanto, o telefonema não é a "prova de vida" exigida para iniciar as negociações para a libertação do refém, disse o comandante militar da capital, segundo o jornal The Philippine Daily Inquirer.

Mais conteúdo sobre:
padre italiano seqüestro Filipinas

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.