Seqüestrados em Bagdá não chegam a 50, diz governo

Homens armados vestidos como policiais seqüestraram vários funcionários e visitantes em um instituto de ensino superior em Bagdá nesta terça-feira, enquanto ao menos 82 pessoas morreram ou foram encontradas mortas, assassinadas, ou em confrontos e explosões de bombas por todo o país. O ministro da Educação Superior Abed Theyab afirmou inicialmente que aproximadamente 150 pessoas haviam sido seqüestradas, mas seu porta-voz Basil al-Khatib disse depois que eram 130. Mais tarde, ainda na terça-feira, o gabinete do premier afirmou que apenas 45 a 50 pessoas haviam sido levadas, e que 20 já haviam sido libertadas. "Ninguém pode dar um número exato pois há aproximadamente 70 funcionários no local", disse Khatib. "Não sabemos quantos funcionários foram seqüestrados no local, além dos outros que estavam no prédio. Um homem libertado depois me disse que entre 120 a 130 pessoas haviam sido seqüestradas", afirmou Khatib. Theyab havia ordenado o fechamento de todas as universidades até que a segurança fosse melhorada, mas Khatib disse depois que o fechamento foi cancelado após a polícia e o Exército prometerem aumentar a segurança no Ministério de educação Superior e nos prédios universitários.

Agencia Estado,

14 Novembro 2006 | 15h40

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