Seul clona cães farejadores para combater contrabando

Sete animais têm genes e focinho considerados necessários para checar bagam de aeroporto do país

LEE JIYEOU, REUTERS

24 de abril de 2008 | 09h18

Autoridades aduaneiras da Coréia do Sul encomendaram sete clones do melhor cão farejador de malas de um aeroporto do país. Os filhotes, nascidos em outubro e novembro do ano passado, são clones de um labrador chamado Chase. Eles vêm sendo treinados praticamente desde o nascimento e demonstram ter os genes - e o focinho - necessários para combater o tráfico de narcóticos, de acordo com o Serviço Aduaneiro da Coréia do Sul.  Foto: AP"As diferenças são tão pequenas que eu realmente não consigo distinguir os filhotes", disse o treinador Kim Nak-seung na quinta-feira. Para a clonagem, o Serviço Aduaneiro contratou um laboratório afiliado à Universidade Nacional de Seul, onde nasceu o primeiro cão clonado do mundo, Snuppy. Os cachorros foram clonados por meio da transferência somática de núcleos celulares, técnica na qual uma cavidade é aberta no núcleo de um óvulo e, nela, é injetado o material genético do cão a ser clonado. Como o laboratório é financiado pelo Estado, o Serviço Aduaneiro não precisou pagar pela clonagem, cujo preço estimado é de 60,470 milhões de dólares para cada cãozinho.

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