Seul insistirá para que detidos na Coreia do Norte sejam liberados

Coreia do Sul tem seis cidadãos detidos em território norte-coreano

O Estado de S.Paulo

21 de junho de 2017 | 03h18

SEUL - O governo da Coreia do Sul informou nesta quarta-feira, 21, que insistirá para que seus seis cidadãos detidos na Coreia do Norte sejam liberados após a morte do cidadão dos Estados Unidos Otto Warmbier, que ficou 17 meses preso pelo regime de Kim Jong-un.   

A preocupação em relação aos presos aumentou após a morte de Warmbier. "O governo buscará diversas vias para repatriar os seus cidadãos o mais rápido possível", disse o porta-voz do Ministério da Unificação sul-coreano Lee Duk-haeng.

Lee disse que Seul tenta verificar o estado de saúde dos presos por diversos canais, inclusive os diplomáticos. 

Apesar disso, já que a Coreia do Norte não reconhece a existência do Sul, eles só podem entrar em contato com representantes dilpomáticos de outros países durante sua detenção como fazem os presos dos EUA no país. 

Os detidos vão foram condenados à cadeia perpétua e a realizar ataques forçados. 

Otto Warmbier, estudande universitário de 22 anos, foi detido em janeiro de 2016 durante uma viagem turística. Ele foi acusado de ter tentado roubar uma propaganda. / EFE

 

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