Seul reforça fronteira após ataque da Coreia do Norte

A Coreia do Sul reforçará seu efetivo militar em cinco ilhas do Mar Amarelo próximas à Coreia do Norte, após o bombardeio feito na terça-feira por Pyongyang à ilha sul-coreana de Yeonpyeong, e que matou quatro soldados, ferindo 18 pessoas, informou a presidência da Coreia do Sul. Dessa forma, o governo "decidiu aumentar suas forças, incluindo tropas em terra, em cinco ilhas do Mar Amarelo" ao noroeste do país, declarou Hong Sang-Pyo, alto funcionário da presidência sul-coreana.

Agência Estado

25 de novembro de 2010 | 02h03

Seul informou ainda que a visita que o ministro do Exterior chinês, Yang Jiechi, faria à Coreia do Sul foi adiada devido a "compromissos de agenda". Yang disse em comunicado que os dois países deverão agendar nova data para o encontro, mas não deu mais detalhes sobre o adiamento. Nesta quinta-feira, o premiê chinês Wen Jiabao, em visita a Moscou, declarou que seu país rejeitará "qualquer provocação militar", após o bombardeio norte-coreano e o anúncio de manobras militares entre EUA e as forças sul-coreanas.

Ontem, um dia após os ataques, o porta-aviões americano USS George Washington partiu em direção à região. A Coreia do Norte afirmou que poderá fazer mais ataques ao país vizinho caso ocorram novas "provocações militares". As informações são da Dow Jones.

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