Sharon não levanta cerco a escritório de Arafat

O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, recusa-se a levantar o cerco militar ao escritório do presidente da Autoridade Palestina (AP), Yasser Arafat, em Ramallah, de onde ele não sai desde o início de dezembro, informou o diário israelense Haaretz.Sharon rechaçou proposta feita pelo ministro da Defesa, o trabalhista Binyamin Ben Eliezer, durante reunião em que também tomaram parte os chefes do Exército e do serviço secreto, um dia depois de a AP ter prendido três acusados de terem matado em outubro o ministro israelense de Turismo, Rehavan Zeevi. A captura era uma das exigências de Sharon para remover os tanques e tropas dos arredores do QG do líder palestino em Ramallah. Ben Eliezer argumentou que Arafat deveria ter permissão para viajar, uma vez que também prendeu os funcionários da AP envolvidos no contrabando de armas interceptado por Israel em janeiro. Sharon alega, porém, que ele ainda não atendeu a todas as exigências israelenses.

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