Shell acata sanção e põe fim a operações sírias

A Shell anunciou ontem que está abandonando suas operações na Síria, diante da decisão da União Europeia de adotar nova série de sanções contra o regime de Bashar Assad. Bruxelas ampliou as sanções a empresas de petróleo, incluindo estatais, e companhias dedicadas a financiar exportações e importações. Os esforços buscam isolar o governo de Assad.

GENEBRA, O Estado de S.Paulo

03 de dezembro de 2011 | 03h04

As novas sanções foram aplicadas contra a estatal Corporação Geral de Petróleo (GPC), a Sytrol e a Al-Furat Petroleum Company. As medidas devem afetar interesses comerciais europeus, já que várias companhias têm investimentos em uma dessas empresas.

A Royal Dutch Shell, por exemplo, é parceira da GPC nas operações envolvendo a Al-Furat. Com o embargo, a empresa holandesa não tem outra opção senão abandonar suas atividades na Síria.

O embargo ainda inclui um canal de TV e um jornal sírios. Ambos são acusados de incitar a violência contra os manifestantes. A UE ainda incluiu na lista das sanções centros de pesquisa e diversas empresas que fornecem materiais considerados sensíveis. Também está previsto o congelamento dos ativos dos ministros da Economia e de Finanças. / J.C.

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