Sindicatos pressionam Zuma

O maior sindicato da África do Sul chegou ontem a um acordo referente ao aumento de salário de mineradores, evitando uma greve no setor - considerado crucial para a economia do país - e aliviando a pressão política sobre o presidente Jacob Zuma. No entanto, trabalhadores do setor público entraram ontem em seu segundo dia de greve para reivindicar um aumento de salário de 15%, no mais recente impasse entre Zuma e os sindicatos, que ajudaram na eleição do presidente, em abril. As organizações sindicais querem que Zuma cumpra suas promessas de ajudar a melhorar o padrão de vida dos trabalhadores e afirmam que a recessão que o país enfrenta - a primeira desde 1992 - atingiu os pobres com mais força. Em Johannesburgo, centenas de lixeiros em greve viraram latas de lixo. Segundo a imprensa local, os mortos não estão sendo enterrados porque os cemitérios também estão fechados por causa da greve.

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