Arquivo/Reuters
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Síria culpa rebeldes pela morte de jornalista japonesa

Ministro Faysal Mekdad afirma que Mika Yamamoto foi morta por 'grupos armados' para incriminar governo

estadão.com.br,

23 de agosto de 2012 | 13h49

DAMASCO - O vice-ministro de Relações Exteriores da Síria, Faysal Mekdad, negou as afirmações de que tropas do governo mataram a jornalista japonesa esta semana em Alepo. A veterana correspondente de guerra Mika Yamamoto foi a primeira jornalista estrangeira a morrer na cidade desde que confrontos entre soldados do regime e a oposição tomaram o local, há um mês.

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Os rebeldes alegam que Yamamoto foi morta pelas forças do presidente Bashar Assad. O ministro de Relações Exteriores do Japão afirmou que Yamamoto foi baleada quando viajava com os insurgentes do Exército Sírio Livre.

Mekdad disse nesta quinta-feira que os repórteres que se comportam de maneira "irresponsável" devem esperar todo o tipo de possibilidades. Segundo ele, a japonesa foi assassinada por "grupos armados" para incriminar o governo.

Com AP 

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