Síria detalha plano de anistia geral

A agência estatal Sana detalhou os termos do decreto que estabelece anistia geral na Síria anunciado pelo presidente Bashar Assad nesta segunda-feira. Não ficou claro, porém, se a determinação se aplicará às dezenas de milhares de ativistas antigoverno, manifestantes e partidários da oposição, bem como seus familiares. Por outro lado, a reportagem oficial sugeriu que o decreto iria reduzir as sentenças dos presos sem libertá-los.

AE, Agência Estado

09 de junho de 2014 | 12h02

O decreto parece favorecer, pelo menos, alguns dos que pegaram em armas contra o governo, incluindo combatentes estrangeiros, de acordo com a reportagem. Segundo a Sana, eles não serão processados se "se entregarem às autoridades dentro de um mês após a emissão do decreto".

Os combatentes que estão fazendo rivais de reféns também serão perdoados se eles "libertarem os seus prisioneiros de forma segura" dentro de um mês, diz o relato oficial.

Em entrevista à Associated Press, o deputado sírio Issam Khalil disse que o decreto "é um presente do presidente depois de ele ter sido eleito para mais um mandato" e disse que a anistia inclui aqueles que participaram dos levantes da oposição.

"Todos aqueles que cometeram erros contra a pátria se beneficiarão, a lei permitirá que eles voltem para suas vidas normais", disse o deputado. Fonte: Associated Press.

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