Síria: duas mil mortes em Alepo desde o início do ano

Os bombardeios do governo sírio em partes controladas por rebeldes no norte da cidade de Alepo mataram cerca de duas mil pessoas até agora neste ano, disse um grupo ativista nesta sexta-feira.

AE, Agência Estado

30 Maio 2014 | 12h45

O retrato sombria é a mais recente adição à contagem de vítimas da guerra civil na Síria, que já matou mais de 162 mil pessoas, segundo ativistas de direitos humanos. As bombas "barril", como são conhecidas, são dispositivos cheios de estilhaços que as forças sírias soltam sobre os bairros controlados por rebeldes e que têm um efeito devastador sobre as vítimas.

O Observatório Sírio-Britânico para os Direitos Humanos - um dos principais grupos que acompanham o conflito - informou que houve 1.963 mortos em 2014 em Alepo, incluindo 283 mulheres e 567 pessoas com idade inferior a 18 anos. De acordo com a entidade, 14 pessoas morrem, em média, todos os dias em Alepo por causa desses bombardeios.

Uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, adotada em fevereiro, exige, entre outras coisas, a suspensão de todos os ataques contra civis na Síria e o fim do bombardeio indiscriminado sobre áreas povoadas. Fonte: Associated Press.

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