Síria é acusada de usar bombas de fragmentação

A Organização de Direitos Humanos Human Rights Watch (HRW) afirmou que forças do governo sírio têm usado bombas de fragmentação contra rebeldes. Esse tipo de armamento é proibido pela maioria dos países do mundo em razão do perigo representado para as populações civis.

AE, Agência Estado

14 de outubro de 2012 | 11h49

O HRW disse em comunicado que ativistas sírios postaram na internet, entre os dias 9 e 12 de outubro, pelo menos 18 vídeos que mostram restos desse tipo de bomba em vários povoados, dentre eles nas cidades de Homs, Idlib e Alepo, na região de Latakia, e no distrito de Ghuta, nas proximidades da capital, Damasco.

As bombas de fragmentação, também conhecidas como bombas de cacho, são motivo de preocupação porque espalham pequenos artefatos explosivos em uma área muito grande. Muitos deles não explodem imediatamente e representam perigo para a população civil durante um longo tempo.

Segundo o HRW, as bombas que aparecem nas imagens são de fabricação soviética. Antes de ser desmembrada, a antiga União Soviética era uma grande fornecedora de armamento para a Síria. As informações são da Associated Press.

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