Sobe para 14 número de mortos em tornados nos EUA

Ao menos 14 pessoas, incluindo duas crianças, morreram após a série de novos tornados que atingiu o meio-oeste dos Estados Unidos nesta sexta-feira, afirmaram autoridades norte-americanas neste sábado (01).

Agência Estado

02 de junho de 2013 | 09h44

Representantes da área de saúde da cidade de Oklahoma anunciaram a morte de nove pessoas, acrescentando que cinco delas não haviam sido identificadas. Autoridades de cidades localizadas a leste de Oklahoma confirmaram a morte de duas pessoas. No estado de Missouri, foram confirmados mais três mortos, vítimas das inundações que sucederam os tornados.

À medida que a extensão da devastação se torna mais clara, os esforços de limpeza se tornam mais difíceis em decorrência das inundações causadas por chuvas torrenciais que se abateram sobre a região durante a noite.

Relatos apontam que cinco tornados atingiram a área ao redor de Oklahoma City, com ventos de até 90 milhas (145 km) por hora, acompanhados por chuva de granizo. Enchentes também atingiram a região, informou o jornal Mundo Tulsa. Fotos mostram ruas parecendo rios, com carros submersos até o nível das maçanetas em alguns lugares.

O Centro de Previsão de Tempestades do Serviço Meteorológico Nacional em Norman, Oklahoma, advertiu que o mau tempo estava mudando para o leste neste sábado, com o vale dos rios Ohio e Mississippi apontados como prováveis pontos das tempestades.

As tempestades de sexta-feira foram muito menos prejudiciais do que o tornado que atingiu o subúrbio da cidade de Moore, em Oklahoma, quase duas semanas atrás, que deixou 24 mortos e demoliu grandes áreas da cidade, com ventos acima de 200 milhas (322 km) por hora, e que atingiu um total de 33 mil pessoas.

Com uma média de 1,2 mil tornados por ano, os EUA são o país mais propenso a furacões no mundo. Eles são particularmente proeminentes no Estados de Kansas, Oklahoma e Texas, além da Flórida.

Sábado também marcou o início oficial da temporada de furacões dos EUA, que alguns analistas acreditam que vai trazer acontecimentos climáticos mais adversos do Atlântico, desencadeados por temperaturas da água mais quente do que de costume. As informações são da Dow Jones.

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