Sobe para 214 número de mortos em terremoto no Chile

O ministro do Interior do Chile, Edmundo Perez Yoma, disse que o terremoto de 8,8 graus ocorrido às 3h34 deste sábado, o pior registrado no país desde 1960, matou mais de 200 pessoas. Até o momento, o número oficial é de 214 vítimas fatais e ainda não se sabe o número de feridos.

AE-AP, Agencia Estado

27 de fevereiro de 2010 | 19h47

O principal aeroporto do país, em Santiago, está fechado e deverá permanecer assim pelo menos pelas próximas 24 horas, de acordo com seu diretor, Eduardo del Canto. O terminal de passageiros, segundo ele, foi o que sofreu os maiores estragos. Imagens de televisão mostram janelas quebradas.

Edifícios e pontes foram destruídos e o metrô da capital está fechado. A torre do sino da Igreja Nossa Senhora da Providência desabou, o Museu Nacional de Belas Artes foi severamente danificado e o teto do estacionamento de um prédio de apartamentos ruiu, esmagando cerca de 50 carros, cujos alarmes tocam incessantemente.

Na segunda maior cidade do país, Concepción, localizada a 115 quilômetros do epicentro do tremor, caminhões foram engolidos por fraturas abertas na terra e prédios estão em chamas. Poderosos abalos secundários foram registrados na costa chilena - 21 deles com magnitude igual ou superior a 5,0 graus e um de 6,9 graus, segundo o centro de pesquisa geológica dos EUA.

A presidente do país, Michele Bachelet, pediu que à população que tenha calma e evite ir às ruas, já que semáforos estão apagados. As informações são da Associated Press.

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