Sobe para 66 total de mortes por gripe suína no México

O número de mortos pela influenza A (H1N1), a gripe suína, subiu no México de 64 para 66, informou hoje o ministro da Saúde mexicano, José Angel Córdova. O número de casos da doença subiu de 2.592 para 2.829, em comparação com balanço de ontem. Córdova assegurou, apesar disso, que o índice de mortalidade continua baixando. Segundo ele, 2,3% dos contaminados pelo vírus morreram, das 2.895 ocorrências confirmadas (somando-se mortos e doentes). Ontem, o índice de letalidade apontado pelo balanço era de 2,4%.

AE-AP, Agencia Estado

15 de maio de 2009 | 12h25

O ministro disse que 56,1% das vítimas são mulheres. Ele informou que a última morte pela doença no país ocorreu em 10 de maio. Córdova agradeceu às famílias e aos professores mexicanos pelo apoio na busca por possíveis doentes. Em quase todo o país, todos os alunos voltaram às aulas na segunda-feira. "Queremos agradecer-lhes e pedir-lhes o apoio por mais uma semana, que será crucial para assegurar que essa tendência de queda se mantenha", disse Córdova, em alusão ao fato de que em sete dos 32 Estados do país as aulas voltam na próxima semana.

As autoridades sanitárias dizem que os mexicanos deverão aprender a conviver com o vírus e continuar com alguns hábitos trazidos pela epidemia, como a lavagem com frequência das mãos. O subdiretor de Epidemiologia Hospitalar do Instituto de Nutrição Salvador Zubirán, Alejandro Macías, disse que uma das principais tarefas será educar as crianças para que não se toquem no rosto. Essa é uma das formas de se adquirir o vírus A (H1N1). A doença era conhecida como gripe suína até ser rebatizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

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