Sobe para 69 mortos em explosão de usina na Sibéria

Equipes que trabalham no resgate de trabalhadores presos após um acidente na maior usina hidrelétrica da Rússia encontraram mais três corpos neste domingo, o que elevou para 69 o número de vítimas fatais. No domingo passado, dia 17, uma explosão na estação de Sayano-Shushenskaya, na Sibéria, aumentou as preocupações a respeito da decadente infraestrutura remanescente da era soviética e o temor de que possa faltar energia para suprir as grandes fábricas de alumínio que são a base da economia da região.

AE-AP, Agencia Estado

23 de agosto de 2009 | 13h31

Vasily Zubakin, presidente em exercício da RusHydro, operadora da hidrelétrica siberiana, disse hoje à agência russa RIA-Novosti que levará cerca de três anos para recolocar a usina em pleno funcionamento.

O Ministério de Situações Emergenciais confirmou por meio de um comunicado que foram encontrados mais três corpos, elevando para 69 o número de vítimas. Há mais seis trabalhadores desaparecidos, mas as autoridades disseram que não há chances de encontrá-los vivos já que eles estavam na sala de turbinas, que foi inundada no momento da explosão.

Zubakin disse que o custo de reconstrução da hidrelétrica será menor que o estimado inicialmente, de 40 bilhões de rublos (US$ 1,2 bilhão), mas não forneceu um novo número.

Tudo o que sabemos sobre:
Sibériaacidentehidrelétrica

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.