Soldados de Israel mantidos pelo Hezbollah continuam vivos

Os dois soldados israelenses que foram capturados por guerrilheiros libaneses do Hezbollah em uma incursão na fronteira em julho estão vivos, disse nesta sexta-feira o ex-presidente libanês Amin Gemayel, segundo a mídia de Israel. O seqüestro dele levou a 34 dias de guerra. De acordo com o jornal Maariv, Gemayel e outro político libanês disseram em entrevistas que os dois soldados estão vivos, mas não deram mais detalhes. Eles disseram esperar que os soldados voltem para casa em boas condições de saúde. Os comentários parecem contradizer uma investigação israelense que concluiu que os dois soldados - Ehud Goldwasser e Eldad Regev - foram feridos com gravidade durante a captura e que pelo menos um deles poderia ter morrido. Cerca de 1.200 libaneses, a maioria civis, e 157 israelenses, a maioria soldados, foram mortos na guerra, que começou quando o Hezbollah capturou os dois militares, em 12 de julho de 2006. A guerra terminou com uma trégua em 14 de agosto de 2006. O Hezbollah ignorou um pedido da Organização das Nações Unidas (ONU) pela libertação imediata dos soldados e disse que antes Israel precisa libertar prisioneiros libaneses e possivelmente de outras origens. O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, já declarou que não haverá troca nos termos do Hezbollah se o grupo não provar que Goldwasser e Regev estão vivos.

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