Somália negocia libertação de voluntárias estrangeiras reféns

Espanhola e argentina integrantes da organização Médicos sem Fronteiras foram capturadas na quarta-feira

Efe,

27 de dezembro de 2007 | 11h09

Autoridades e representantes do conselho de anciãos local negociam nesta quinta-feira, 27, pelo segundo dia consecutivo, o fim do seqüestro de uma médica espanhola e de uma enfermeira argentina na região de Puntland, na Somália, segundo fontes oficiais.   As reféns são a espanhola Mercedes García e a argentina Pilar Bauza, que trabalham em Bossaso para a seção espanhola da organização Médicos sem Fronteiras (MSF) e que foram capturadas na manhã da última quarta.   A polícia e as autoridades locais afirmaram que enquanto as negociações continuarem, o cerco policial próximo ao local onde as reféns e os quatro seqüestradores estão será mantido.   Fontes oficiais de Bossaso afirmaram que estão preocupadas com o estado de saúde das reféns, que não comem nem bebem nada desde a quarta-feira e que, aparentemente, uma delas está ferida. As fontes não souberam informar qual delas está ferida, mas disseram que as lesões não são graves.As autoridades também estão preocupadas com as baixas temperaturas da região.   Organizações humanitárias de Bossaso tentam convencer a polícia a permitir a aproximação do local em que as reféns estão presas, para garantir assistência.   Por enquanto, segundo as fontes, a situação permanece suspensa. A polícia não cumpriu a ameaça que fez na véspera de usar a força no caso de os seqüestradores não se entregarem nesta quinta.

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