Subcomandante Marcos nega confusão com professores

O líder zapatista, subcomandante Marcos, negou hoje ter participado de uma confusão e trocado golpes com professores durante sua passagem pelo estado de Oaxaca, sudeste do México, como divulgou a imprensa local.Vários meios de comunicação informaram que, na madrugada de sexta-feira passada, Marcos tinha dado golpes e lançado uma cadeira e caixas contra a porta e janelas de um auditório onde se realizava uma assembléia sindical e onde tinham ficado membros de sua comitiva a que não permitiam sair."Não houve em nenhum momento algazarra nem golpes... não se destruiu nem avariou mobília das instalações do sindicalismo de Oaxaca", afirmou o líder zapatista em comunicado. Ele assegurou que "os companheiros do magistério que se encarregavam de nós, em todo momento nos trataram com respeito e atenção".Ao abandonar hoje o estado de Oaxaca, o líder do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), que se denomina delegado Zero, assegurou em comunicado que todas essas afirmações são mentiras "montadas por alguns meios de comunicação". O líder zapatista ofereceu sua versão e assegurou que na reunião que manteve com os membros do sindicato de professores "recebeu perguntas, questionamentos e sinais de simpatia, tudo em um ambiente de respeito" e que posteriormente se retirou para que os professores continuassem sua assembléia.Ele acrescentou que responderam a todas as perguntas com "uma fundamentação histórica de nossa posição crítica frente à classe política mexicana, particularmente frente ao Partido da Revolução Democrática (PRD)".

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